sábado, 4 de setembro de 2010

Tropa de elite 2 8 de Outubro nos cinemas

VEm ai um filme que promete fazer sucesso, tropa de elite 2

sábado, 14 de agosto de 2010

fenomeno estranho no céu da Noruega...

Veja e tirem suas própria conclusões
video
espiral na Noruega, buraco negro ou outro fenomeno...

Chuva de meteoros

Quem ficou acordado para assistir à chuva de meteoros Perseid, que brilhou nos céus na madrugada de sexta-feira, não se arrependeu. Os astrônomos haviam previsto que o Hemisfério Norte teria a melhor visibilidade do fenômeno, mas não se imaginava que seria possível observá-lo tão bem. Na Macedônia, na Inglaterra, na Áustria, na Espanha, no México e nos Estados Unidos, as condições climáticas permitiram que o espetáculo fosse visto a olho nu. Já no Brasil, mesmo quem estava com lunetas e binóculos ficou frustrado — no país, as imagens foram bem mais fracas.

De acordo com a Agência Espacial Americana (Nasa), o meteoro é uma camada de luzes brilhantes que cruzam rapidamente o céu. Muitas pessoas os confundem com estrelas cadentes, porque a visão é bastante parecida. O meteoro se forma quando um pedaço de um corpo celeste entra na atmosfera da Terra. O ar aquece esses fragmentos e, graças ao calor, forma-se um rastro brilhante, composto por gases e pequenas partículas do corpo celeste. Milhões de meteoros passam pela atmosfera terrestre todos os dias, mas a maioria tem o tamanho de um seixo, por isso não são notados. Para serem vistos, precisam estar entre 65km e 120km acima da Terra.

A chuva de meteoros que iluminou o Hemisfério Norte ontem, chamada de Perseid por ser originada na Constelação de Perseus, é um fenômeno que acontece a cada 133 anos e tem origem no cometa Swift-Tuttle. Quando ele cruza o Sistema Solar, deixa para trás um rastro de poeira e detritos. Ao passar pela Terra, os fragmentos se chocam com a atmosfera a 225 mil quilômetros por hora e se desintegram em explosões de luz.


O número
Fenômeno
133 anos
Tempo que leva para a chuva de meteoros Perseid ocorrer

Nada aconteceu em 7 de agosto !!!!!

Nada aconteceu em 7 de agosto !!!!!

Pelo menos nada que tenhamos visto...

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Algo vai acontecer em 7 de agosto de 2010 ?




Astrólogos dizem que está prestes a acontecer algo novo uma nova mudança, seria uma guerra entre EUA e china ?, Ataque americano ao Irã ou a Coréia do Norte?, Chegada de alienígenas, destruição da cidade de nova York ?, uma bomba atômica norte coreana ou iraniana em território americano ?

Veremos, é daqui a dois dias pode acontecer algo realmente extraordinário e para ficarmos por dentro vejam as coisas que estão circulando na internet sobre o tema...


Se esse site acertar espalhem a noticia !!!

Noticia 1:

07/08/2010 – O fim de um mundo?

Como você já deve ter percebido, 2010 começou forte. Parece que a natureza “ligou o turbo”. No consultório, voltei de um mês de férias e encontrei a maioria das pessoas vivendo uma aceleração radical em seus processos existenciais. Em português simples e claro: “o bicho tá pegando”.

E a astrologia, est

a velha senhora, o que tem a nos dizer nesse momento? Ela pode nos auxiliar de alguma forma a compreendermos e nos posicionarmos melhor em relação ao que está acontecendo, e ao que há de vir?

Do alto de seus 5.000 anos de idade, dona Astrô não se abala muito com pouca coisa. Já viu impérios outrora indestrutíveis virarem ruínas… Já viu civilizações que antes ditavam as regras, virarem pontos turísticos… Viu demônios virarem santos, santos virarem demônios, metalúrgicos virarem presidentes, astros do rock virarem astrólogos, políticos outrora muito populares virarem Judas… Enfim… Ela já viu de tudo… E sabe que “a vida vem em ondas como o mar”… Vem e vai… Vai e vem…

Dona Astrô pode nos auxiliar muito num momento desses, em que a corda está esticando. Pode nos lembrar de que isto é um ciclo, e que os ciclos têm a sua natureza, necessidade e duração.

E que ciclo é esse?

Teremos em 2010, mais precisamente no final de Julho de 2010, um alinhamento que (felizmente) não acontece todo momento.

Urano, planeta regente do signo de Aquário, um dos três “deuses da mudança”, geralmente associado à processos de quebras e rupturas radicais em modelos vigentes, completa uma volta e chega ao primeiro grau de Áries, que é também o primeiro grau de todo o Zodíaco. Só isto, já é um acontecimento astrológico significativo, que marca um momento de renovação.

Junto a Urano, vem Júpiter. Considerado pelos antigos como o grande “benéfico” do Zodíaco, Júpiter também está associado a avanços em paradigmas ideológicos.

No início de 1762, os dois astros estavam alinhados no primeiro decanato do signo de Áries. Este ano é marcado pelo início da guerra entre Espanha, maior potência naval da época, e a Inglaterra, que passaria a ser a nova potência maior. O grande império ibérico caminhava para o fim, e o nascente império anglo-saxão começava a despontar.

Em 1845, Urano e Júpiter encontraram-se mais uma vez nos primeiros graus de Áries. Naquele ano, o parlame

nto britânico promulgou a “Lei Aberdeen”, que foi um passo decisivo para a futura libertação dos escravos. O evento, sem dúvida nenhuma, foi paradigmático para os padrões da época, e iniciou um novo ciclo para a humanidade, visto que teve um impacto profundo nas relações sociais e econômicas dali para frente.

Em Julho de 1927, novamente Urano e Júpiter chegavam aos primeiros graus de Áries. Aquele foi um ano marcado pela primeira travessia sem escalas do Atlântico, realizada por Charles Lindbergh em seu “Spirit of Saint Louis”. Evento que sem dúvida deixou o mundo muito “menor” do que era até então. Aquele ano também foi marcado por acontecimentos políticos radicais que tiveram importância capital nos desdobramentos futuros. Em agosto, uma revolta do exército chinês dá origem ao que viria a ser o “Exército Vermelho”, que teve papel fundamental na revolução que transformou a face e a história daquele antigo país, e está na base do peso que ele tem hoje no planeta. Naquele mesmo ano, Benito Mussolini promulga a “carta do trabalho”, que transforma a Itália em estado corporativo, e abre as portas para o fascismo. Josef Stálin, após expulsar León Trotsky, torna-se líder absoluto do PC e da URSS. Novamente, um mundo estava te

rminando, e outro estava começando.

Como podemos ver, este alinhamento marca o início de uma mudança radical. As pessoas estão fazendo barulho a respeito de 2012 mas, na verdade, o mundo acaba mesmo é em 2010. Pelo menos o mundo tal qual o conhecemos até aqui.

O céu de 2012 não apresenta nenhum aspecto astrológico radical. Nenhum que chegue próximo ao que teremos esse ano.

Se não bastasse o encontro de Júpiter e Urano em Áries, que como vimos, marca novos momentos politico-ideológicos, temos ainda a posição de Saturno, senhor do tempo e das colheitas nos primeiros graus de Libra, fazendo uma “oposição” exata à conjunção Júpiter-Urano. E Saturno não está só. Com ele vem Marte que, como todos sabem, é o senhor da guerra. Se isso tudo não bastasse, Plutão, outro “deus da mudança”, implacável e compulsivo, faz uma “quadratura” a esse povo todo, nos primeiros graus de Capricórnio, outros signo cardinal.

O céu está pesado. De todas as conjunções anteriores que eu citei, essa é, sem dúvida, a mais tensa e a mais radical. O velho e o novo estão cara-a-cara para um confronto que já se anuncia há uns três anos

. E agora não tem mais como “empurrar com a barriga”, “não tem mais pra onde correr”.

O que está vindo pela frente?

Quem tiver olhos, verá… Um velho mundo morrendo, e um outro, novo, nascendo…

Todos já estamos sentindo a onda gigante de renovação que está chegando…

As mudanças acontecem em todos os níveis: no planeta, em nosso país, aqui no DF e também, como não poderia deixar de ser, em nossos lares, consciências e em nossas vidas. Todos gostam de mudanças planetárias, mas quase ninguém gosta quando elas começam a acontecer em nossas vidas, de verdade.

Quase todos nós, conscientes disto ou não, admitamos isto ou não, somos apegados aos modelos e estilos de nossas vidas, por mais deficientes e causadores de sofrimento que eles sejam. Faz parte de nossa natureza. Somos, todos, mais ou menos conservadores. Basta ver quando algo realmente novo chega à Terra, a reação contrária que causa, e a pouca adesão que conquista num primeiro momento.

O cristianismo, hoje, é uma potência política e econômica, influindo em governos, movimentando bilhões e capitaneando guerras. Mas, no começo, ele se limitava a doze pessoas, e, durante quinh

entos anos, nos primórdios do cristianismo, ser simpático às suas idéias era motivo bastante para mandar alguém ser almoço dos leões.

Só que há momentos em que não existe escolha: é mudar ou mudar. E este é um desses momentos.

Todo esse transtorno, esse “rebuliço” em nossas vidas são as mudanças chegando e batendo na porta dos nossos velhos estilos de vida, que se defendem como podem. Com unhas e dentes, como Saturno e Marte sinalizam.

Será que estamos dispostos a mudar? Será que sabemos o que precisamos mudar? Ou será que ainda estamos pensando que os problemas em nossas vidas são causados pelo ex, pela ex, pelos filhos, a sogra, pelo Lula, pelo Arruda, por nossos inimigos, Deus, o diabo, etc.?

A tsunami da transformação planetária está batendo na praia. Ou pegamos essa onda e vamos com força para a frente, ou ela nos pega e quebra a espinha dorsal de nossas resistências. A hora de mudar é agora. Se a sua vida já está de pernas para o ar e você não está dando conta sozinho, procure aju

da. Um médico, padre, psicólogo, terapêuta, astrólogo, um amigo de verdade… Enfim, alguém que possa te ajudar a se enxergar, pois nós não viemos equipados de fábrica com espelho retrovisor. Somos todos muito hábeis para enxergar cisco no olho do irmão, e cegos para ver a trave em nosso próprio olho…



Leia mais: http://www.luispellegrini.com.br/2010/05/21/7-de-agosto-de-2010-o-fim-de-um-mundo/#ixzz0vlOBkLG1



Chama-se Grande Cruz quando, no mapa natal ou no no mapa do céu, encontramos quatro ou mais planetas alinhados em forma de cruz, como pode ser visto pelo exemplo acima. Fazem quadraturas e oposições. Entretanto, para atingir o máximo potencial, a Grande Cruz ou qualquer aspecto desafiador, precisa estabelecer uma ligação com um trígono ou um sextil, pois sem um canal de vazão, a Grande Cruz, com o seu nível de pressão constante, pode exaurir-se. O exemplo acima mostra-nos uma Grande Cruz em signos cardinais: Carneiro / Áries, Caranguejo / Câncer, Balança / Libra e
Capricórnio. Chama-se a isto umaGrande Cruz cardinal. A grande cruz cardinal alterna a sua enorme acção e produção com bastante inactividade em certos períodos. A Grande Cruz cardinal num mapa natal provavelmente é a mais fácil de ser controlada, pois a qualidade cardinal significa movimento, descoberta e solução de problemas. Pessoas com essa configuração nos seus mapas são empreendedoras, eficazes e resolutas. Isso não evita que também passem por situações de perdas muito acentuadas. Também existem as Grandes Cruzes 'fixas' e 'mutáveis'. Ainda há, alguns casos em que o alinhamento não é perfeito e pode haver grandes cruzes mistas.

Vamos ao que me interessa com este texto: fazer alguma pedagogia astrológica a propósito de uma Grande Cruz que se vai configurar no céu, no próximo dia 7 de Agosto de 2010.

Será uma Grande Cruz exacta no céu. É nessa data que a Lua (por ser o planeta mais rápido) faz aspectos exactos a alguns dos outros planetas e aspectos muito curtos com outros planetas. A ilustração acima foi feita intencionalmente para mostrar aos leitores o mapa com a Grande Cruz ou Cruz Quadrada, para esse dia.
Também retirei do mapa os planetas que não estarão envolvidos na Grande Cruz, para poder mostrar melhor a cruz formada no céu. A hora escolhida foi a Lisboa, por representar o standard GMT ou TMG - Tempo Meridiano de Greenwich. Este é o meridiano que passa sobre a localidade de Greenwich (noObservatório Real, nos arredores de Londres, Reino Unido) (e também em Lisboa) e que, por convenção, divide o globo terrestre em ocidente e oriente, permitindo medir a longitude. Estamos, portanto, na longitude zero.

Olhando para o mapa a cores vemos dois braços cruzados, colocados em signos cardinais, mas, e, muito mais que isso, vemos que estão colocados em Pontos Cardinais. De um lado temos Saturno e Vénus, em Balança / Libra e no lado oposto temos Úrano e Júpiter, em Carneiro / Áries. No outro braço encontramos a Lua em Câncer e Plutão em Capricórnio. Escolhi uma orbe de 3 graus para não expandir demasiado a cruz. Se mesmo com uma orbe mais enxuta, lê-se todo o género de coisas, desde as mais catastrofistas, às mais animadoras, o que não será com orbes de 10º e mais, como tenho visto! Já vi orbes de 16 graus! Cabe tudo e mais alguma coisa.

Ao fazer pesquisas na internet sobre este tema da Grande Cruz de 7 de Agosto, fiquei com uma estranha sensação: que há 3 ou 4 textos com alguma qualidade e existem inúmeras cópias dos mesmos. A maioria desses textos são do género canalizações, que falam todos no mesmo assunto: a grande necessidade de todos procedermos a mudanças internas. A partir daqui, as variantes são as que a mente humana quiser aceitar ou entender, desde variações galácticas, fotões, neutrões, multidimensões, seres de outros sistemas. Todos apelam ao coração. Isso é muito bom, mas não me parece ser necessária uma Grande Cruz para concluirmos isso. A mim soou-me como que sendo explicações tão exacerbadas que tornam as questões demasiado mentais. Deixo aqui estas leituras como sendo as melhores, apesar de muito exacerbadas e, porque não, desconhecedores do que é astrologia, apesar de se atreverem a usá-la para falarem na Grande Cruz e nos recentes eclipses lunar e solar: aqui -aqui - aqui - aqui - aqui. Pesquisem por vossa conta. Nem tudo o que li ressoou em mim. Tudo muito mental. Para isto, já basta a prática astrológica que é demasiado mental. E eu faço parte desse grupo. Se faço! Sou tremendamente mental!

Quero registar aqui a minha surpresa por algumas destas canalizações falarem em 'eclipse solar na grande cruz' (ou frases similares). Não consigo entender como se fazem afirmações destas quando o Sol, no dia do eclipse solar total estava no grau 19 de Câncer, portanto afastado 16 graus do planeta mais próximo da Grande Cruz. Das duas, uma: ou não sabem astrologia e alguém lhes falou sobre a Grande Cruz e vai daí, levaram tudo a eito e misturaram alhos com bugalhos, ou então, estamos perante algo muito estranho, que nem me atrevo sequer a pensar. O eclipse solar não se deu dentro da Grande Cruz.

Fiquei bastante surpreendido e algo confuso com as leituras que fiz e muito intrigado, pois não li projecções astrológicas. Excepto num dos casos lincados acima. É certo que estas Grandes Cruzes não surgem todos os dias. São raras. Todos os bebés que nascerem nessa semana de Agosto terão essa Grande Cruz no seu mapa natal. Que crianças são essas? Que condimento especial estas crianças virão oferecer à humanidade? Eu não sei, nem queroespecular. Alguém já se encarregará de lhes dar um nome, uma tipificação.

Deixem-me falar-vos um pouco de Úrano, de novo em Carneiro / Áries, no 1º grau do zodíaco. Completou um ciclo. Isto, por si só, é um acontecimento de grande significado astrológico. Se aceitarmos que Úrano é um dos planetas que mais mudanças promove e que geralmente, se associa a rupturas de modelos em uso, bem percebemos o que se está a passar à nossa volta. Estamos perante um momento importante de renovação. Conjunto a Úrano, vemos Júpiter, o grande benéfico do zodíaco, que representa as Leis do Homem e as Leis Divinas, e tem o significado profundo de estar associado a questões ideológicas. Portanto, estamos claramente perante fenómenos político-ideológicos. Ou melhor, perante um paradigma: a mudança político-ideológica que o planeta e a humanidade estão a viver. Sim, é sempre um movimento espiritual. Tal como no passado, também foram movimentos espirituais. É a humanidade a evoluir. A grande diferença é que agora somos biliões de pessoas. E as questões espirituais estão mais entranhadas. Nem podia ser de outra maneira, pois apenas significa que a humanidade evoluiu e chegou a este ponto.

Se fizerem o mapa para o tão falado 2012, ficarão desiludidos, pois não apresenta nenhum aspecto astrológico tão radical como este, de 2010. Deixem-me ironizar um pouco: se fosse para chegarmos ao fim do mundo, como tanto se fala, o ano de 2010 seria muito mais conveniente que o de 2012, e isto, apenas olhando para os fenómenos astrológicos que estão a ocorrer.

A última vez que estes dois planetas (Úrano e Júpiter) se encontraram em conjunção em Carneiro / Áries, foi em 1927. Deu-se uma revolta no exército chinês, que mais tarde se transformaria no "exército vermelho", que transformou completamente aquele pais, assim como muitos países que se envolveram ideologicamente com o sistema comunista. No campo oposto, à direita, Benito Mussolini abre as portas ao fascismo italiano, a que mais tarde se juntaria os fascismos espanhol e português. Então, foram dias negros para uma parte considerável da humanidade. E durou décadas. Para terminar as histórias desse ano, Stalin expulsa Trotsky e torna-se o senhor absoluto de todas as Rússias (antiga URSS). Um velho mundo a acabar (o dos grandes senhores das terras, uma era a fenecer) e novos moldes a despertarem. Por um lado o fascismo e por outro, o comunismo. Obviamente, tocaram-se nos extremos. E o mundo viveu com isso várias décadas.

Outras datas desta conjunção em Áries: 1762 (a desgraçada batalha naval entre os reinos de Espanha e Inglaterra, que passou a ser a maior potência naval da época) e 1845 (a Inglaterra aboliu a escravatura). Foram grandes as mudanças verificadas e com enorme repercussão para o resto do mundo. Pesquisem na internet essas datas e conhecerão outros acontecimentos.

Acredito que estamos perante mudanças significativas que se estão a aproximar, em forma de recessão global económica. Qual será o novo modelo emergente? Ainda é cedo para o definirmos. Mas claramente, estamos perante novos modelos ideológicos.

Os quatro signos cardinais desta Grande Cruz são sinais de ritmo e movimento impulsivo que nos dão uma chave sobre novos começos. Transmitem-nos a ideia de acção, de irmos com destino, de sabermos até onde vamos.

Carneiro / Áries é o 'Eu Sou'. Balança / Libra é o 'Estamos perante você'. Estes
dois signos, em oposição, dizem-nos que é o tempo para cada um se reconhecer no outro. Do lado Fogo, temos Júpiter (as leis, o ser superior), e Úrano (a mudança, o inesperado, o criativo). Forças superiores, que fazem oposição aos planetas em Libra: Saturno (a ordem, as regras) e Vénus (os afectos, a beleza). Este encontro tem estado a acontecer já há vários meses. Muito se falou em mudança e em como o plano tridimensional terrestre está a enfrentar dificuldades de adaptação. O já paradigmático caso do crude derramado no Golfo do México, (há imensos dias) que, aparentemente está a ser difícil de suster. É o planeta a impor-se a certos desmandos de um capitalismo selvagem.

No outro braço da cruz temos os signos Câncer e Capricórnio. São signos poderosos. Em Câncer somos o 'Eu intuo e eu sinto'. Em Capricórnio somos o 'Eu uso e lidero'. Com a Lua em Câncer, cheia de dignidade e com curtíssima passagem pela Grande Cruz, que se vaidesfazer dentro de dias, sabemos que as emoções estarão à flor da pele, tanto mais que faz uma oposição a Plutão (a regeneração) e quadraturas aos outros planetas da Grande Cruz. Após a passagem da Lua, esta Grande Cruz retorna ao que tem sido nos últimos tempos: uma quadratura T. Continuando fortíssima, ma non tropo.

Reduzindo estas interpretações a uma certa essência, e porque o texto já vai longo, é umaGrande Cruz tremendamente purificadora para o planeta e esta humanidade. Por ser cardinal, as pessoas sentir-se-ão motivadas para agirem. Vai depender, obviamente, daquilo que cada um acredita. Uma coisa é certa, se as pessoas tiverem planetas em pontos cardinais serão profundamente 'remexidas' por esta Grande Cruz.

Eu, me confesso: pessoalmente, sou um crente em contactos entre humanos e extra-terrestres. Entre humanos e anjos. Entre humanos e seres multidimensionais. Espero mesmo que esta Grande Cruz ajude a humanidade a desbloquear situações mais difíceis, mais tensas. Mas, também que saibamos interiorizar a capacidade de acção característica deste posicionamento. Acredito que a humanidade vai a caminho de grandes transformações. Aliás, tem acontecido isso, nos últimos 2 anos. Nada é igual ao que era. Excepto para os que vivem das aparências, daquilo que parece ser sempre igual.

Saibamos aproveitar esta Grande Cruz para agirmos, fundamentalmente, na cura das nossas feridas internas, no acrescento de uma maior consciência universal, para darmos passos em frente, para ajudarmos o planeta a ser mais sustentável.

Do lado político, todos assistimos à enorme pressão e tensão para os líderes mundiais tomarem decisões. Eles estão perplexos perante o que se passa, pois o que na verdade desejam é que tudo fique como estava antes de 2008, pois é a única 'realidade' que conhecem. Não é possível. Essa era, acabou. Com Plutão a fazer uma quadratura a Úrano dentro da Grande Cruz, é óbvio que não é nada harmonioso e que as mudanças serão à bruta. Todos os dias assistimos a políticos de todo o mundo fazerem afirmações que nos soam desconexas. Como se não tivessem sido eles e as grandes máquinas financeiras a emperrarem todo o sistema.

Estamos, claramente, em vésperas da mudança de sistema. Não sei dizer qual será o próximo a funcionar a favor das pessoas e não dos interesses instalados.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Vazamento de petróleo desafia a tecnologia no Golfo do México

s 22h do dia 20 de abril houve uma explosão no Golfo do México. Onze funcionários da empresa British Petroleum ficaram desaparecidos no acidente. Desde então, formou-se uma corrida contra aquele que pode ser tornar em breve o maior derramamento de óleo já ocorrido nos Estados Unidos, e um dos maiores da história – somando todas as manchas, a área é comparável ao tamanho de um país como Porto Rico.

O acidente ocorreu em uma região de intensa exploração de petróleo, a 65 quilômetros da costa do estado americano da Louisiana.

Quando a plataforma Deepwater Horizon pegou fogo, um sistema automático deveria ter fechado imediatamente uma válvula no fundo do mar. Deveria, mas não fechou.

O equipamento de emergência falhou e, quando a plataforma afundou, dois dias depois, a tampa do poço ficou aberta. E há 12 dias o petróleo vaza sem interrupção.

E agora que o equipamento falhou, interromper o vazamento de quase um milhão de litros de petróleo por dia no Golfo do México, e que acaba de chegar a uma reserva natural?

Bastaria girar a válvula e o poço ficaria fechado para sempre. Mas o equipamento está a mais de 1,5 mil metros de profundidade.

Robôs
E aqueles que seriam a única esperança estão há quase duas semanas tentando. Robôs submersíveis controlados à distância primeiro tentaram o mais simples: apertar um botão que fecharia a válvula. Nada feito. Eles agora usam ferramentas, como alicates e cabos conectores na tentativa de consertar o defeito.

"Temos um robô trabalhando especificamente na válvula na boca do poço. Outros estão tentando fechar os vazamentos na tubulação e temos ainda outros robôs monitorando a área para saber se não há ainda mais óleo vazando", explicou ao Fantástico a representante da British Petroleum, Marti Powers.

Perguntada por que os robôs não tiveram sucesso até agora, Mari Powers diz, simplesmente, que não tem como responder.

Em um sinal de desespero, os comandantes da operação apostam em várias estratégias ao mesmo tempo.

Dreno
Já está em construção em um estaleiro próximo uma enorme estrutura metálica, uma câmara de contenção que será colocada sobre a região onde o petróleo está vazando. Por uma espécie de dreno, o óleo contido seria levado até navios-tanque e retirado do mar.

A complexidade da outra estratégia confirma: o vazamento pode demorar meses.

Uma plataforma móvel está sendo rebocada até o local e nos próximos dias começa a perfurar um novo poço ao lado do que está vazando. Pela nova tubulação, os engenheiros pretendem injetar cimento e finalmente bloquear a passagem do petróleo pelos dutos danificados.

Demora
No começo do acidente, dizia-se que o petróleo na superfície do Golfo do México era só uma pequena quantidade, o que sobrou da plataforma perdida. Na última quinta-feira (29), nove dias depois, engenheiros perceberam que vazava quase um milhão de litros por dia. Foi só aí que o presidente Barack Obama veio a público e montou uma força tarefa do governo.

Em uma embarcação da Guarda Costeira, a equipe do Fantástico viajou quase duas horas pelo Rio Mississippi até a entrada do Golfo do México.

No caminho, os primeiros sinais da megaoperação montada para reduzir o impacto do óleo sobre a reserva ambiental que se forma em torno do rio: mais de 60 quilômetros de barreiras.

Mas a ajuda também chega pelo céu. Aviões jogam dispersantes sobre a mancha, perto de um milhão de litros até agora. É uma espécie de sabão que provoca uma reação química, quebrando o óleo em partículas menores. O óleo se dilui na água e pode ser digerido por bactérias marinhas que usam essas partículas como alimento.

"Pela primeira vez estamos usando dispersantes também na origem, no próprio poço", explica Patrick Keley. "Só assim podemos dissolver o óleo antes que ele chegue à superfície".

Em outra frente, 75 barcos e mais de duas mil pessoas tentam retirar do mar o máximo possível do petróleo derramado. Mas, apesar dos esforços, a cada segundo o volume aumenta. O combustível se espalha e muda de forma.
Fonte: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2010/05/vazamento-de-petroleo-desafia-tecnologia-no-golfo-do-mexico.html

Estudo: tempestade derruba meio bilhão de árvores na Amazônia

Um estudo realizado por cientistas brasileiros e norte-americanos concluiu que uma violenta tempestade de grande porte ocorrida em janeiro de 2005 causou a perda de mais de 500 milhões de árvores na Região Amazônica, o equivalente a três anos de desmatamento na Amazônia Legal.

Tempestade na Amazônia 2005

Os dados foram computados utilizando-se imagens de satélites e relatos de habitantes que viviam próximos às áreas afetadas e refletem o ocorrido entre 16 e 18 de janeiro de 2005, quando uma vasta linha de instabilidade de 200 km de largura e 1000 km de comprimento vinda de sudoeste atravessou a bacia amazônica. O fenômeno provocou pesadas tempestades que causaram diversas vítimas fatais em Santarém, Manacapuru e Manaus.

Na ocasião, ventos verticais com até 140 km por hora partiram árvores ao meio. Em muitos casos, as árvores atingidas derrubaram outras espécies vizinhas, em um verdadeiro dominó de destruição.

O estudo será publicado esta semana na revista científica Geophysical Research Letters e foi elaborado por pesquisadores da ESALQ - Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, ligada à Universidade de São Paulo, Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPA), Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), Universidade estadual Paulista (UNESP) e Tulane University, de Nova Orleans, EUA.


Estudo
De acordo com o professor Edson Vidal, da ESALQ, existem em média 180 árvores por hectare na Região Amazônica. Segundo Vidal, a análise feita pelo INPE entre 2007 e 2009 mostrou que foram desmatados 32.026 quilômetros quadrados. Isso equivaleria à 576 milhões de árvores derrubadas no período da tempestade.

seca na amazônia

Estudos anteriores já atribuíam o aumento na mortalidade das árvores em 2005 à forte seca prolongada que atingiu parte da floresta, mas o novo estudo identificou novas áreas atingidas e que não haviam sido computadas na ocasião, incluindo quedas de grupo árvores menores que não são detectadas pelo satélite, mas foram relatadas pelas pesquisas de campo.

No entender de Robinson Negrón-Juárez, da Universidade de Tulane, nos três dias da tempestade, entre 441 e 663 milhões de árvores foram destruídas em toda a floresta. Isso equivale a três anos de desmatamento na região da Amazônia brasileira. Nas áreas mais atingidas constatou-se que cerca de 80% das árvores foram derrubadas.

"Tempestades destrutivas que se movem do nordeste em direção ao sudeste da Amazônia são relativamente comuns e ocorrem até quatro vezes por mês. Raras e pouco estudadas são os sistemas que sem movem em direção oposta, como esse que ocorreu em 2005", disse Negrón-Juárez.

Segundo os autores do trabalho, o estudo revelou perdas muito maiores do que se pensava e sugere que devido às mudanças climáticas, tempestades altamente destrutivas deverão se tornar mais comuns naquela região, destruindo mais árvores e aumentando ainda mais as concentrações de carbono na atmosfera.


Fotos: No topo, troncos de árvores vivas são vistos dois anos depois que a forte tempestade varreu parte da bacia amazônica em janeiro de 2005. A tempestade abriu grandes clareiras na área da floresta próxima de Manaus. Na sequência, foto mostra o lago próximo à cidade amazônica de Manaquiri e reflete os efeitos da seca que se abateu sobre a região no mesmo ano. Crédito: Tulane University / Greenpeace / Apolo11.com.

Direitos Reservados
Ao utilizar este artigo, cite a fonte usando este link:
Fonte: Apolo11 - http://www.apolo11.com/clima.php?posic=dat_20100714-090759.inc


Tempestade solar deve atingir a Terra até quarta-feira

Dois eventos solares em andamento devem causar manifestações na alta atmosfera terrestre nas próximas 72 horas. Imagens captadas pelo satélite SOHO mostram um grande buraco coronal no disco solar, além de duas manchas solares de grande porte rotacionando suas faces em direção à Terra.

Buraco coronal em 12 de julho de 2010

Dados computados pelo Space Weather Prediction Center, SWPC, órgão ligado à Administração Oceânica e Atmosférica dos EUA, indicam que existem até 30% de chances de ocorrências de auroras boreais nas latitudes mais elevadas e até 10% de probabilidades nas latitudes médias do planeta. O motivo seria um grande buraco na coroa solar, que sopra partículas eletricamente carregadas em direção à Terra.

Enquanto a maior parte dessas partículas vindas do Sol são bloqueadas ao se chocarem contra a magnetosfera da Terra, outra parte é desviada em direção aos polos. Isso provoca as chamadas auroras boreais, luzes multicoloridas, principalmente esverdeadas, produzidas pela ionização do gás presente na alta atmosfera do planeta.

Apesar do nome remeter à uma possível catástrofe cósmica, os buraco coronais são eventos comuns e consistem de áreas onde a coroa solar é mais escura, fria, e possui densidade de plasma abaixo da média que a região ao redor. Nestas regiões, as linhas do campo magnético, por serem unipolares se estendem indefinitivamente no espaço ao invés de retornarem ao Sol, permitindo que parte do material da coroa vaze. Quando o a face do buraco está voltada em direção à Terra, o material ejetado é soprado em direção ao planeta, em um fenômeno conhecido como "vento solar".

Além do buraco coronal registrado nas imagens do satélite SOHO, a presença de duas manchas na face visível da estrela também deve provocar interferências aqui na Terra.

mancha solar em 12 de julho de 2010

De acordo com o SWPC, existe até 15% de chances de que essas manchas, batizadas de 1087 e 1088, causem flares solares de Classe M até quarta-feira, dia 14 de julho.

Rajadas (ou flares) dessa categoria são considerado como de média intensidade e provocam fortes perturbações na alta atmosfera terrestre, principalmente a ionosfera, e são responsáveis por provocar blackouts de radiocomunicação que afetam diretamente as regiões polares.

Veja o boletim de tempestades solares


Fotos: No topo, imagem feita pelo Observatório Solar e Heliosférico SOHO no comprimento de onda de 195 Angstroms (ultravioleta) mostra o buraco coronal e as manchas solares 1087 e 1088, como vistas em 12 de julho de 2010. Acima, imagem animada captada pelo mesmo satélite mostra o desenvolvimento das duas mancha solares, que devem provocar tempestades solares de classe M até quarta-feira, dia 14 de julho. Crédito: SOHO/ESA/NASA/APOLO11.COM.

Direitos Reservados
Ao utilizar este artigo, cite a fonte usando este link:
Fonte: Apolo11 - http://www.apolo11.com/spacenews.php?posic=dat_20100712-085421.inc

Estudo diz que mar avança 4 milímetros por ano no Brasil

Um estudo desenvolvido pelo Laboratório de Marés e Processos Temporais Oceânicos (Maptolab) do Instituto Oceanográfico (IO) da Universidade de São Paulo (USP), revelou que o mar na costa brasileira está avançando cerca de 40 centímetros por século, ou 4 milímetros por ano.

Praia do Bessa, Paraíba
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A pesquisa se baseou em dados coletados em diversos portos ao longo do litoral do Brasil desde 1980. Os estudiosos levaram em conta as médias de variações diárias, sazonais e anuais do nível do mar, o que permitem uma melhor avaliação local de longo prazo.

Para tanto, foram distribuídas estações permanentes de medição ao longo de toda a costa com a participação de diferentes instituições. O Instituto Nacional de Pesquisas Hidroviárias (INPH), a Diretoria e Navegação (DHN) da Marinha do Brasil, o Instituto de Pesquisas Espaciais (INPE), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e o IO participam das pesquisas.

Gráfico de elevação do Nível do Mar em Macaé, RJ

Diversos itens podem influenciar na alteração do nível do mar, entre eles, o volume de água doce presente no oceano em decorrência do degelo polar, a variação de salinidade da água, a alteração de temperaturas em consequência do aquecimento global, fenômenos atmosféricos e oceânicos, como a influência dos ventos e das marés, além do posicionamento das órbitas dos planetas.

O professor e pesquisador Afranio Rubens de Mesquita, do Maptolab, chama a atenção para a variação vertical da crosta terrestre observada durante medições de sua equipe na região de Cananéia, litoral sul de São Paulo. Um movimento de afundamento vertical da crosta de 0,11 centímetros por ano, está elevando o nível do mar em 0,38 centímetros por ano.

Outras séries de medições ao longo do litoral do país indicam a mesma tendência de elevação. O pesquisador explica que esse número é preocupante e que o mar poderá ameaçar toda costa brasileira no futuro. Um estudo em caráter global seria essencial para compreender melhor o problema, mas são muitas as dificuldades e poucos recursos financeiros.


Santa Catarina
Desde o início do mês, ressacas vêm atingindo o litoral de Florianópolis, em Santa Catarina, gerando diversos prejuízos. Na praia da Armação, no sul da Ilha, o mar avançou 10 metros no último sábado (22). Segundo a Defesa Civil, sete casas tiveram que ser interditadas e algumas foram arrastadas pelas águas ainda nesta quarta-feira (26). O Exército e a Marinha estão trabalhando para formar barreiras de contenção com sacos de areia. A passagem de um ciclone extratropical pelo oceano contribuiu para a agitação marítima.
Foto: No topo, destruição causada pelo avanço do mar na praia do Bessa, litoral norte da Paraíba. Os altos muros de proteção servem de barreira para impedir a entrada da água nas casas. Abaixo, o gráfico mostra a elevação do nível do mar na região de Macaé, RJ, entre os anos de 2002 a 2006. Crédito: Apolo11/IBGE.

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Nasa capta degelo surpreendente em geleira da Groenlândia

A agência espacial americana (Nasa), monitorou através de imagens de satélite, o desprendimento de um bloco de gelo de 7 km² pertencente à geleira Jakobshavn Isbrae na costa oeste da Groenlândia. O processo de rompimento ocorreu entre os dias 6 e 7 deste mês. O pedaço de gelo perdido equivale a um oitavo do tamanho da ilha de Manhattan (NY).

derretimento do gelo na groenlândia

Os cientistas ficaram surpresos com a rapidez do episódio. Um degelo detectado assim em poucas horas foi considerado um fenômeno novo para os estudiosos. "Embora tenham ocorrido outros eventos da mesma magnitude no passado, esse caso é incomum porque vem logo após um inverno mais quente em que não há gelo formado em torno da baía", declarou Thomas Wagner, cientista da agência americana.

Uma equipe de pesquisadores tem monitorado a Groenlândia e suas geleiras resultantes utilizando imagens de satélites e as observações só reforçam a teoria de que o aquecimento dos oceanos tem sido responsável pelo derretimento do gelo observado em toda região e na Antártida.

Os satélites Landsat, Terra e Aqua ajudam a dar uma noção ampla da transformação do gelo em ambos os pólos. Na recente observação, os pesquisadores receberam imagens da DigitalGlobe e do WorldView 2 mostrando as fendas e as rachaduras se formando.

Além do sensoriamento remoto, a Nasa vai financiar a implantação de GPS, câmeras e equipamentos científicos no topo do gelo para acompanhar a evolução da transformação da região.

derretimento do gelo na groenlândia ao longo dos anos

O glaciar Jakobshavn Isbrae diminuiu mais de 45 quilômetros nos últimos 160 anos, sendo 10 quilômetros só na última década. Para os cientistas, 10% de todos os icebergs que se desprendem na Groenlândia procedem da geleira de Jakobshavn. Assim sendo, ela é considerada a maior contribuinte para o aumento do nível do mar no hemisfério norte do planeta.


Fotos: No topo, a imagem de satélite mostra à esquerda o início da ruptura do bloco de gelo no glaciar Jakobshavn Isbrae, na Groenlândia, no dia 6 de julho de 2010. O desprendimento total do bloco de gelo captado pela Nasa um dia depois aparece à direita. Abaixo, o rápido recuo da geleira Jakobshavn nos últimos anos. Crédito: Nasa.

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quarta-feira, 12 de maio de 2010

Terremoto na california poderia arremesar prédios a dez metros de altura


O Instituto de Oceonagrafia Scripps, nos EUA, constatou que essa falha geológica, um fenômeno natural que se movimenta de forma imprevisível a 15 quilômetros abaixo da superfície, “vive um momento de tensão inigualável se comparado a qualquer outra ocasião”. Em sua extremidade sul, sob Los Angeles, não houve nenhum movimento drástico nos últimos tempos. Isso é bom? Não. Eis o paradoxo do terremoto: é justamente esse sossego, essa contida panela de pressão, que dá aos especialistas a certeza de que a Califórnia vai ruir. “A quietude aumenta a probabilidade de ocorrer um evento sismológico, essa energia represada é mais que suficiente para causar o Big One”, diz o cientistaYuri Fialko, autor do mais detalhado estudo sobre o San Andreas. Em 1906, foi esse mesmo fenômeno geológico o responsável por reduzir a pó a cidade de São Francisco. Em 1994, Los Angeles sofreu 20 tremores consecutivos que abalaram a estrutura de edifícios em Hollywood e incendiaram casas no Vale San Fernando. Agora, segundo os geólogos, que nada mais fazem na vida a não ser estudar o San Andreas e tentar cravar uma data para o Big One, com a finalidade de que o governo americano e a defesa civil se previnam e protejam a Califórnia, do subsolo virá uma explosão que arremessará para os ares, a uma altura de mais de dez metros do chão, prédios, casas, árvores, pontes e viadutos. E pessoas.

25 mil bombas atômicas promovem uma destruição semelhante ao Big One

Califórnia ameaçada pelo 'Big One', o grande terremoto


O temor do "Big One", um lendário terremoto com grande capacidade de destruição, que poderia causar um prejuízo de até 150 bilhões de dólares à Califórnia, voltou a atormentar os moradores do Estado na noite de terça-feira, quando um abalo sísmico atingiu o norte do Estado.

Os californianos são alvo de cerca de 15.000 abalos sísmicos por ano, a maioria muito fraca. Contudo, São Francisco sempre está a espera do "Big One", que de acordo com certos geólogos, tem 70% de possibilidades de acontecer nos 30 próximos anos.

Os peritos acreditam que, a cada 150 anos, acontecem importantes movimentos na parte do sul da falha de "San Andreas", que atravessa todo o Estado. Dessa maneira, os dois últimos grandes tremores de terra na Califórnia aconteceram exatamente há 150 anos (El Tejon, 1857) e 101 anos (São Francisco, 1906), com grau 8 na escala Richter.

A região de São Francisco, no norte do Estado, se encontra entre a grande fossa oceânica da zona de subducção que contorna a costa ocidental americana, e o sistema de flhas "San Andreas" e "Howard", que passa ao leste de Oakland.

No último mês de janeiro, sismólogos reunidos na Universidade da Califórnia do Sul (USC) de Los Angeles, afirmaram que o "Big One" é iminente. "Pode-se dizer que o segmento sudeste da falha de San Andreas está grávida de nove meses", explicou Thomas Jordan, diretor do Centro Sismológico da Califórnia do Sul.

A falha de San Andreas é supervisionada permanentemente graças a sismógrafos, aparelhos de detecção a laser dos deslocamentos da crosta terrestre e por cálculos por GPS.

Entretanto, se o "Big One" é uma certeza para todos os especialistas que estudam a evolução da falha de San Andreas, a data em que ele acontecerá permanece um mistério.

Grand terremoto pode acontecer a qualquer momento na Turquia

Turquia
Concentrando grandes esforços para minimizar os danos de um intenso terremoto, a Turquia vem se preparando também para o seu “Big One”. O país está sobre a falha de Anatólia do Norte, uma região semelhante à falha de San Andreas e extremamente frágil. Ali, no último dia 8 de março, um terremoto moderado de 5,9 graus de magnitude no leste da Turquia deixou 51 mortos.

Istambul, capital européia do país, convive com contrastes, analisa Mustafa Erdik, diretor de um instituto de engenharia de terremotos da cidade. Erdik liderou um estudo onde mapeou uma situação na qual um terremoto poderia matar de 30 a 40 mil pessoas e ferir 120 mil.

Falha de Anatólia


Constrastes
Existe o lado moderno da cidade com construções já preparadas para suportar um grande terremoto, como o imenso terminal do aeroporto. No entanto, dezenas de milhares de prédios por toda a metrópole não estão preparados para fortes tremores. A população saltou de 1 milhão para 10 milhões em 50 anos e os edifícios foram construídos às pressas sem preocupação e com uso de materiais de baixa qualidade. Os monumentos antigos de Istambul também estão na lista da destruição.

Em 1999, um terremoto na cidade de Izmit, a 80 quilômetros de Istambul matou 18 mil pessoas, sendo mil nos arredores da cidade e aconteceu exatamente na falha de Anatólia do Norte, que passa sob o Mar de Mármara. Um levantamento geológico dos Estados Unidos identificou um padrão de sismos sucessivos nesta falha semelhante ao da falha de San Andreas, na Califórnia.


Plano de Emergência
A equipe de Erdik e pesquisadores de três outras universidades da Turquia elaboraram um plano mestre para terremotos colocando Istambul entre as cidades do mundo que estão tentando se antecipar ao risco. Uma exceção ao lado de cidades mais ricas como Los Angeles e Tóquio.

Na prática são códigos de construção mais rígidos, seguro obrigatório contra terremoto e empréstimos de bancos de desenvolvimento internacionais para reforço ou substituição de escolas e outros prédios públicos. Em bairros pobres, também há um trabalho com o treinamento de dezenas de equipes de voluntários em bairros pobres, a entrega de kits de primeiro socorros e equipamentos como rádios e pés-de-cabra.

Na previsão de um grande terremoto no país, 30 mil linhas de gás natural provavelmente vão se romper gerando mais de 3 mil focos de incêndio, alerta Mahmut Bas, que lidera o Departamento de Terremoto e Análise do Solo de Istambul. Ainda assim, os esforços em manter em pé postos do corpo de bombeiros, hospitais e escolas são prioridade nos planos emergenciais do país.

Terremotos e mais terremotos: eles estão mesmo aumentando?

Apesar dos últimos acontecimentos ocorridos no Haiti, Turquia, Chile e Baixa Califórnia, ou mesmo a série de abalos sucessivos registrados atualmente na Turquia terem chamado a atenção da imprensa e das pessoas de modo geral, não existe qualquer comprovação científica de que os tremores estejam aumentando. Nem este ano, nem nas décadas passadas.

Painel de Monitoramento Global


Tremores como o que aconteceu no Chile, de 8.8 graus ocorrem em média duas vezes ao ano em todo o planeta, portanto ainda podemos esperar pelo menos mais um abalo dessa magnitude. A única exceção ocorreu em 2004, quando foram registrados quatro abalos nessa faixa de intensidade. Eventos com magnitude entre 7.0 e 7.9, similares aos registrados na Baixa Califórnia em 4 de abril ou norte de Sumatra, no dia de ontem (7 de abril), ocorrem em média 14 vezes ao ano.

Em 2009 ocorreram 16 abalos nessa faixa e nos últimos 500 anos foram registrados pelo menos uma dúzia deles somente na região caribenha. Um deles, de 7.6 graus (oito vezes mais intenso que o do Haiti), atingiu a República Dominicana em 1946 deixando mais de 20 mil desabrigados.


Fatores principais
Existem diversos fatores que contribuem para a sensação de que os terremotos estejam aumentando, mas a rápida expansão nas telecomunicações e o aumento nas estações registradoras são apontados como o principal responsável por essa impressão. Em 1931, a rede sismográfica mundial contava com menos de 400 estações registradoras e atualmente esse número ultrapassa 4 mil. Somente os EUA possuem 8 mil estações.

quantidade de terremotos no mundo


Terremotos atuais
Diariamente ocorrem mais de cem terremotos na faixa de 2.5 graus de magnitude ao longo da falha de San Andreas, mas por serem corriqueiros passam praticamente despercebidos. No entanto, depois do terremoto de 7.8 graus ocorrido na Baixa Califórnia no último domingo, o USGS, órgão norte-americano responsável pelo monitoramento sísmico no país passou a divulgá-los diariamente, elevando tremendamente o número de eventos conhecidos e informados pela imprensa.

O incremento de estações e a capacidade de disseminar os dados registrados mais rapidamente através de satélites, telex e internet permitiu aos centros sismológicos localizar pequenos abalos praticamente indetectáveis anos atrás, tornando sua divulgação praticamente imediata, colaborando ainda mais para a sensação de aumento de sismos.

2010
Esse ano está testemunhando uma sequência notável de eventos entre 6.9 e 7.0 graus que estão ocorrendo de forma menos espaçada, mas é necessário mais tempo para avaliar se a quantidade ficará ou não dentro da média. Mesmo assim, é importante destacar que os eventos principais não estão ocorrendo na mesma zona ativa e sim em pontos separados do planeta, sobre placas tectônicas diferentes. O evento do Chile, por exemplo, ocorreu na junção entre as placas sul-americana e de Nazca enquanto que o da Baixa Califórnia ocorreu sobre a falha de San Andreas, ambas distantes do norte de Sumatra, localizada sobre a placa indo-australiana.

Até o presente momento, cientificamente não existe qualquer relação entre os sismos ocorridos e a proximidade entre os eventos só pode ser atribuído ao acaso.

Mancha 1069 provoca forte explosão solar


Quem olha a imagem abaixo não pode imaginar, mas a mancha solar vista na cena foi a responsável por uma enorme instabilidade magnética ocorrida no Sol e sozinha produziu mais da metade dos flares registrados na superfície da estrela durante o final de semana.
Batizada de 1069, a mancha solar produziu diversos flares de classe C2 e erupções solares que arremessaram ao espaço gigantescas bolas de plasma a mais de 80 mil graus Celsius, grandes o suficiente para engolir a Terra, que não estava na linha de fogo das rajadas.

As erupções na mancha 1069 também foram registradas pelo Observatório de Dinâmica Solar, SDO, da Nasa, que monitora a atividade da estrela durante 24 horas. O vídeo mostra um das erupções lançando partículas a mais de 120 mil quilômetros de altitude, 10 vezes maior que o diâmetro da Terra.

Flare Solar
Flare ou rajada solar é uma explosão que acontece quando uma gigantesca quantidade de energia armazenada em campos magnéticos, geralmente acima das manchas solares, é repentinamente liberada.

Os flares produzem uma enorme emissão de radiação que se espalha por todo o espectro eletromagnético, e se propaga desde a região das ondas de rádio até a região dos raios X e raios gama.

Como consequência dessas explosões ocorrem as chamadas Ejeções de Massa Coronal, as enormes bolhas de gases ionizados com até 10 bilhões de toneladas, que são lançadas no espaço a velocidades que superam a marca de um milhão de quilômetros por hora.

Riscos de apagões mundiais:

Os flares de Classe X são intensos e durante os eventos de maior atividade podem provocar blackouts de radiopropagação que podem durar diversas horas ou até mesmo dias.

As rajadas da Classe M são de tamanho médio e também causam blackouts de radiocomunicação que afetam diretamente as regiões polares. Tempestades menores muitas vezes seguem as rajadas de Classe M.

Por fim existem as rajadas de Classe C, fracas e pouco perceptíveis aqui na Terra.



domingo, 9 de maio de 2010

As profecias de Nostradamos

LEIA AS CENTURIAS DE NOSTRADAMUS E TIRE SUAS PRÓPRIAS CONCLUSÕES.

CENTURIA I -
" A grande estrela por 7 dias arderá,
Grande nuvem fará 2 Sóis aparecer,
O grande mastim toda a noite uivará,
Quando grande pontífice mudar de território."

"Vereis cedo e tarde fazer grandes mudanças,
Horrores extremos e vindicações,
Que a Lua assim conduzida pelo seu anjo,
O Céu aproxima-se das inclinações."

"Quando a falta do Sol então será,
No pleno do dia o monstro será visto.
De modo bem diverso se interpretará,
Careza não tem guarda, ningém tal terá previsto.

" A lei do Sol e Vênus contendidos
Apropriando o espírito de profecia,
Nem um nem outro serão entendidos,
Pois o Sol se manterá a lei do grande Messias."

sábado, 8 de maio de 2010

Monges tibetanos preveêm o fim em 2012 !

Monges tibetanos clarividentes vêem forças divinas salvando o mundo da sua autodestruição em 2012.

A clarividência não é algo novo nos monastérios tibetanos. Por milhares de anos, a clarividência, em meio a outras actividades espirituais, é parte dominante da cultura tibetana. O que alguns turistas hindus vieram aprender de alguns poucos monastérios tibetanos sob o domínio chinês apresenta-se como algo fascinante e alarmante.

De acordo com esses turistas, os clarividentes tibetanos estão vendo as potências mundiais em rota de autodestruição. Eles também vêem que o mundo não será destruído. De agora até 2012 as superpotências mundiais seguirão engajadas em guerras regionais. Terrorismo e guerras disfarçadas serão o maior problema. Na esfera política, algo irá suceder em torno de 2010, quando então as potências mundiais ameaçarão se destruírem entre si.

Entre 2010 e 2012 o mundo inteiro se polarizará e se preparará para o dia final. Pesadas manobras políticas e negociações terão lugar com poucos avanços.

Em 2012, o mundo começará a mergulhar numa guerra nuclear total. Então, algo notável irá acontecer, diz um monge budista do Tibet: intervenção de poderes divinos porque o destino do mundo não é a sua destruição total.



Quando perguntados sobre as recentes aparições de UFO's na Índia e na China, os monges sorriram e disseram que os poderes divinos têm cuidado de todos nós. A humanidade não pode nem terá capacidade de alterar o destino do mundo em tal extensão.

Embora cada ser humano em particular possa alterar o seu futuro pela ação do seu karma isso não quer dizer que possa fazer o mesmo em grande extensão.

Os monges disseram ainda que depois de 2012 a atual civilização iria compreender que a fronteira final da ciência e da tecnologia está na espiritualidade e não no terreno da física e da química.

Depois de 2012 a tecnologia tomará um outro rumo. As pessoas irão aprender a essência da espiritualidade, a relação entre corpo e alma, a reencarnação e a realidade de que todos estamos conectados com Deus.

( Se existirem alienigenas eles tambem seriam filhos de Deus, somos rimão tambem, Deus disse em minhas casa existem varias moradas, imaginem interagirmos com irmão que não conheciamos, seria algo novo, vamos esperar para ver qoue acontece poderá ser fantastico e saibam meus leitores que sempre contarão com as noticias do Thendin2012 ).

terça-feira, 4 de maio de 2010

Mancha de óleo no Golfo do México

A Segurança Nacional do governo dos Estados Unidos está mobilizada para tentar conter a enorme mancha de óleo que se espalhou pelo Golfo do México e avança em direção a costa do Estado da Louisiana. A catástrofe ambiental aconteceu depois que a plataforma de petróleo de uma empresa britânica explodiu e afundou no mar há dez dias matando 11 trabalhadores.

O vazamento de óleo no Golfo do México, que atingiu a costa do estado americano da Louisiana nesta quinta-feira à noite, chegando a uma ilha perto do Delta do Rio Mississipi e ameaçando a fauna e a flora da região, pode ser o maior desastre ambiental da história dos EUA provocado por vazamentos de petróleo.

Até então, o Exxon Valdez, que em 1989 despejou 41 milhões de litros de óleo em uma área de vida selvagem no Alasca, tinha sido o mais prejudicial.

Porém, segundo o The Independent , a calamidade ambiental no Golfo do México, onde estão sendo despejados pelo menos cinco mil barris por dia, pode ser pior, justamente porque uma plataforma petrolífera - e neste caso são três vazamentos em dutos de um poço submarino a 1.525 metros de profundidade - pode despejar uma quantidade muito maior de óleo do que um navio, que transporta uma quantidade limitada.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Meteoro risca o céu e explode no meio-oeste americano



Uma grande bola de fogo vinda do espaço cruzou o céu de pelo menos cinco estados americanos e em seguida explodiu na alta atmosfera produzindo um forte clarão. O evento ocorreu na noite de quinta-feira e foi testemunhado por milhares de pessoas, além de ter sido detectado por diversos radares meteorológicos dos EUA.



Como não havia qualquer informação sobre reentrada de satélites ou lixo espacial, é possível que o bólido seja proveniente do espaço e tenha penetrado a atmosfera terrestre a mais de 40 mil quilômetros por hora. Considerando-se eventos anteriores, o clarão parece ter sido provocado por um objeto de grandes proporções, de aproximadamente 1 metro de comprimento com 1 tonelada de peso.

Não se sabe exatamente a origem do meteoroide, mas existe a possibilidade do bólido ser um fragmento da chuva de meteoros Gamma Virgem, que vai de 14 a 21 de abril, com pico entre quarta-feira e quinta-feira passadas, mas essa é apenas uma das hipóteses levantadas.
Além das testemunhas oculares, o bólido também foi registrado pelo radar Doppler do NWS, o Serviço Meteorológico dos EUA, que detectou a trilha de fumaça deixada pela fulgurante passagem na atmosfera. Observadores em Minnessota reportaram que o evento foi acompanhado por um estrondo similar ao produzido por aviões quando quebram a barreira do som e fez balançar casas, janelas e vários outros objetos.
Fonte: Apollo11

Eyjafjallajökull: Conheça o vulcão que colocou em xeque a Europa

Nos últimos dias, o mundo testemunhou com perplexidade os gigantescos transtornos causados por um vulcão praticamente desconhecido, localizado na distante Islândia. Desde o século 19 o vulcão estava adormecido, mas no dia 21 de março de 2010 rompeu o silêncio e provocou a maior explosão piroclástica da Islândia dos últimos 200 anos, mergulhando a Europa em um gigantesco caos aéreo sem precedentes.



Localizado no sul da Islândia, o glaciar Eyjafjallajökull (pronuncia-se "Eia fiatlai ohut") é um estratovulcão de 1660 metros de altitude e a última vez que entrou em erupção foi no ano de 1821 e manteve-se altamente ativo até 1823, após duas erupções ocorridas em 920 e 1612.
Seu domo de gelo cobre uma cratera de aproximadamente 2.5 km de diâmetro e durante a erupção de 1821 causou uma severa inundação ao romper um lago glacial. A explosão de março de 2010 forçou a evacuação de 500 pessoas da região, mas foi a erupção de 14 de abril - 20 vezes mais poderosa - que causou o blecaute aéreo em todo o norte da Europa, ao lançar sobre o continente milhões de toneladas de poeira que ameaça se propagar por todo o continente.

Fonte: Apollo 11

domingo, 18 de abril de 2010

Erupção na Islândia não vai fazer a Terra esfriar ! (entenda)

Será ?

Quando a grande nuvem cinza do vulcão da Islândia apareceu no céu europeu, os cientistas se perguntaram se ela poderia trazer alívio para o aquecimento global. No passado, grandes erupções vulcânicas rebaixaram a temperatura média da Terra, mas a recente atividade vulcânica parece pequena para ter um efeito significativo sobre o clima.

O resfriamento se produz de maneira simples: o vulcão libera grande quantidade de cinzas e dióxido de enxofre, que são transportados para a estratosfera, camada acima da superfície. Lá, os fenômenos físico-químicos criam uma fina camada de partículas esbranquiçadas que, durante meses ou anos, circundam o planeta e refletem parte dos raios solares, impedindo que a radiação atinja o solo. “Basicamente, é como colocar um escudo refletor sobre o para-brisa do carro, impedindo que o interior se aqueça demais”, compara Colin Macpherson, da Universidade Durham.

A erupção do Eyjafjallajokull pode não ter produzido enxofre suficiente, e nuvem, expelida se desloca a uma altitude baixa demais para ter qualquer impacto climático. “A nuvem está, em média, a 6 mil metros, com picos de 11 mil metros. Além disso, essa é uma parte da atmosfera (a troposfera) onde há ventos potentes, que têm grande efeito dissipador”, explicou Emmanuel Bocrie, do serviço climático francês Méteo France.

A última vez em que um vulcão teve capacidade de alterar o clima global foi em 1991, quando o Monte Pinatubo entrou em erupção nas Filipinas, resfriando em 0,5 grau a temperatura média do planeta no ano seguinte. Outro episódio semelhante foi registrado em 1980, quando o Monte Santa Helena, no estado americano de Washington, teve seu topo pulverizado, um evento que, embora tenha sido impressionante, expeliu apenas um décimo do material liberado pelo Pinatubo.

Fonte: Correio Brasilienze

Cinzas do Eyjafiallajokull se espalham e 17 mil voos são cancelados na Europa


Milhões de pessoas foram afetadas pela enorme nuvem de cinzas lançada pelo vulcão Eyjafjallajokull, na Islândia. Por enquanto, não há previsão de melhora na visibilidade, muito menos de calma no vulcão. Quase 17 mil voos foram cancelados ontem no espaço aéreo da Europa, dificultando a viagem de autoridades para acompanhar o enterro do presidente (1) polonês, Lech Kaczynski. Aeroportos da França, Alemanha, Dinamarca e do Reino Unido continuaram fechados, e o problema pode chegar até países como Itália, Espanha, Turquia e Grécia. Os ventos, segundos os metereologistas, começam a levar a massa cinzenta para o sul e o leste do continente.

Para o pesquisador da Universidade do Texas Jay Miller, que há 25 anos estuda os vulcões da Islândia, a atividade do Eyjafjallajokull pode aumentar nos próximos dias e, além de diminuir a visibilidade, a nuvem pode ser extremamente perigosa para os aviões. “O magma do vulcão tem por volta de 1.200 graus, e quando atinge a água, que é extremamente fria na região, produz uma cinza fina que tem pequenos pedaços de vidro, e eles podem facilmente entupir os motores dos jatos. Quem inalar as cinzas pode ter o pulmão literalmente cortado”, advertiu o especialista, por meio da assessoria de imprensa da universidade.

Segundo Miller, os vulcões da Islândia costumam a entrar em atividade a cada cinco anos, em média, mas sempre de forma moderada. Erupções fortes como essa foram registradas em 934 a. C e em 1783. “Benjamin Franklin foi embaixador na França nessa época e testemunhou as nuvens de cinzas que cobriam a Europa, ele chegou a escrever que tinha sido um ano em que não houve verão. A grande questão, agora, é saber o que vai acontecer. É bem provável que a atividade possa durar muito tempo, mas ninguém pode ter certeza disso. Vulcões nessa parte do mundo são mais difíceis de desvendar”, completou o pesquisador americano.

Fonte: Correio Braziliense

sábado, 10 de abril de 2010

Profecias de são malaquias

O profeta:

O homem que se tornou são Malaquias nasceu no ano de 1094, em Armagh, na Irlanda. Seu nome de batismo era Maelmhaedhoc O'Morgan; que depois foi latinizado para Malaquias. Estava ainda em plena adolescência quando se tornou o Ábade de Armagh. Todos os que o conheciam ficavam surpreendidos pela sua devoção a Deus e pela sua forte presença. Ele era alto, grande, magro e luminoso; mas, o mais importante - ele era sábio além de seus anos. Isso estava claro.

Em 1119 ele foi ordenado padre. Mas só em sua primeira viajem a Roma, aos 45 anos (em 1139), que suas visões começaram.

Continuação das profecias de São malaquias

No princípio, São Malaquias ficou muito atormentado pelas imagens que via. Sua maior preocupação foi a visão da destruição da Santa Igreja. Ele rezou e se fortaleceu, sem nunca ter questionado o testamento de Deus. Foi-lhe dito que não revelasse o conteúdo de suas visões abertamente. Ao invés, ele escreveu lemas curtos ou sátiras que descreviam cada Papa, até o último deles, de forma que eles serviriam como um esboço do tempo até o fim desta Era.

Os papas:
DE LA PESSOA ENFADONHA SOLIS
O Trabalho do Sol


Karol Jozef Wojtyla John Paul II
(1978 - presente)

O papa João Paulo II é o primeiro papa polonês. Por causa disto, uma interpretação popular do lema dele é correspondido a Copérnicus ter vivido em Krachow e ter ele entendido os movimentos do Sol. É também de opinião popular que o lema dele decorre a sendo ele um dos únicos papas que já teve que trabalhar fisicamente.

Labor, em latim (segundo o livro Lexikon - de Porcellini), significa antes de mais nada, "uma queda de forças" de quem atua. Isto dá sentido a duas interpretações:
- a primeira é que o país de origem de João Paulo II é de clima muito frio, com um "sol muito fraco" ou "sem forças", onde as temperaturas podem chegar a 30 graus negativos;
- a segunda teria relação com o grave incidente que teve lugar em 13 de maio de 1981, quando o pontífice foi vítima de um atentado, provocando um "desfalecimento" e "queda de forças", tanto na pessoa de João Paulo II como em nível eclesiástico.

A questão é: devemos considerar uma "queda de formas" da figura de J. Paulo somente, ou da Igreja como instituição? Se levarmos em conta o conservadorismo quase medieval de J. Paulo II, os escândalos financeiros de poucos anos atrás do Banco do Vaticano e o "cisma" provocado pela chamada "Teoria da Libertação", teremos em mãos exemplos definitivos da deteriorização da imagem da Igreja.

O que a profecia quer dizer? Talvez tenhamos que esperar até o fim deste papado.


GLORIA OLIVAE
Glória da Oliveira


Oliveira é o simbolo da ordem de são bento uma organização da igreja católica, o Atual papa bento XVI não é da ordem de São Bento, mais adotou o nome de BENTO XVI

Gloria da oliva pode ser uma referencia a revolução gloriosa que aconteceu no século XVII e foi motivada poor diversos acontecimentos no século XVI



IN PERSECUTIONE EXTREMA
Na Última Perseguição

Segundo este lema, este seria um tempo de uma dura perseguição à Igreja Católica. Que espécie de tribulações e sofrimentos se refere a profecia?


PETRUS ROMANUS
Pedro, o Romano

Com este último lema, os estudiosos não sabem a que ater-se. Seria este o fim da Igreja Católica, Apostólica e Romana? Ou seria este um aviso final de mudanças a vir; - uma reformulação do que seria hoje a Igreja Católica; - ou uma mudança de ciclo?

Os místicos e espiritualistas assim como as religiões orientais em peso concordam que estamos próximos a uma mudança de era - a Era de Aquário - e, segundo estes, esta "nova era" seria uma era de paz e harmonia.

O papado termina como começou, com Pedro, o Romano.
Como disse Edmund Burke: "A única coisa necessária para que o mal triunfe é os homens de bem não fazerem absolutamente nada."

domingo, 4 de abril de 2010

Acontecimentos atuais predizem fim da Igreja Catolica

Ultimamente a igreja católica vem sendo alvo de ataques sucessivos por causa das denuncias de pedofilia contra padres católicos de todo o mundo, um dos acontecimentos que segundo alguns profetas condiz com o fim dos tempos é a queda da igreja católica que está por vir nos próximos tempo de acordo com diversas profecias.