quarta-feira, 12 de maio de 2010

Terremoto na california poderia arremesar prédios a dez metros de altura


O Instituto de Oceonagrafia Scripps, nos EUA, constatou que essa falha geológica, um fenômeno natural que se movimenta de forma imprevisível a 15 quilômetros abaixo da superfície, “vive um momento de tensão inigualável se comparado a qualquer outra ocasião”. Em sua extremidade sul, sob Los Angeles, não houve nenhum movimento drástico nos últimos tempos. Isso é bom? Não. Eis o paradoxo do terremoto: é justamente esse sossego, essa contida panela de pressão, que dá aos especialistas a certeza de que a Califórnia vai ruir. “A quietude aumenta a probabilidade de ocorrer um evento sismológico, essa energia represada é mais que suficiente para causar o Big One”, diz o cientistaYuri Fialko, autor do mais detalhado estudo sobre o San Andreas. Em 1906, foi esse mesmo fenômeno geológico o responsável por reduzir a pó a cidade de São Francisco. Em 1994, Los Angeles sofreu 20 tremores consecutivos que abalaram a estrutura de edifícios em Hollywood e incendiaram casas no Vale San Fernando. Agora, segundo os geólogos, que nada mais fazem na vida a não ser estudar o San Andreas e tentar cravar uma data para o Big One, com a finalidade de que o governo americano e a defesa civil se previnam e protejam a Califórnia, do subsolo virá uma explosão que arremessará para os ares, a uma altura de mais de dez metros do chão, prédios, casas, árvores, pontes e viadutos. E pessoas.

25 mil bombas atômicas promovem uma destruição semelhante ao Big One

Califórnia ameaçada pelo 'Big One', o grande terremoto


O temor do "Big One", um lendário terremoto com grande capacidade de destruição, que poderia causar um prejuízo de até 150 bilhões de dólares à Califórnia, voltou a atormentar os moradores do Estado na noite de terça-feira, quando um abalo sísmico atingiu o norte do Estado.

Os californianos são alvo de cerca de 15.000 abalos sísmicos por ano, a maioria muito fraca. Contudo, São Francisco sempre está a espera do "Big One", que de acordo com certos geólogos, tem 70% de possibilidades de acontecer nos 30 próximos anos.

Os peritos acreditam que, a cada 150 anos, acontecem importantes movimentos na parte do sul da falha de "San Andreas", que atravessa todo o Estado. Dessa maneira, os dois últimos grandes tremores de terra na Califórnia aconteceram exatamente há 150 anos (El Tejon, 1857) e 101 anos (São Francisco, 1906), com grau 8 na escala Richter.

A região de São Francisco, no norte do Estado, se encontra entre a grande fossa oceânica da zona de subducção que contorna a costa ocidental americana, e o sistema de flhas "San Andreas" e "Howard", que passa ao leste de Oakland.

No último mês de janeiro, sismólogos reunidos na Universidade da Califórnia do Sul (USC) de Los Angeles, afirmaram que o "Big One" é iminente. "Pode-se dizer que o segmento sudeste da falha de San Andreas está grávida de nove meses", explicou Thomas Jordan, diretor do Centro Sismológico da Califórnia do Sul.

A falha de San Andreas é supervisionada permanentemente graças a sismógrafos, aparelhos de detecção a laser dos deslocamentos da crosta terrestre e por cálculos por GPS.

Entretanto, se o "Big One" é uma certeza para todos os especialistas que estudam a evolução da falha de San Andreas, a data em que ele acontecerá permanece um mistério.

Grand terremoto pode acontecer a qualquer momento na Turquia

Turquia
Concentrando grandes esforços para minimizar os danos de um intenso terremoto, a Turquia vem se preparando também para o seu “Big One”. O país está sobre a falha de Anatólia do Norte, uma região semelhante à falha de San Andreas e extremamente frágil. Ali, no último dia 8 de março, um terremoto moderado de 5,9 graus de magnitude no leste da Turquia deixou 51 mortos.

Istambul, capital européia do país, convive com contrastes, analisa Mustafa Erdik, diretor de um instituto de engenharia de terremotos da cidade. Erdik liderou um estudo onde mapeou uma situação na qual um terremoto poderia matar de 30 a 40 mil pessoas e ferir 120 mil.

Falha de Anatólia


Constrastes
Existe o lado moderno da cidade com construções já preparadas para suportar um grande terremoto, como o imenso terminal do aeroporto. No entanto, dezenas de milhares de prédios por toda a metrópole não estão preparados para fortes tremores. A população saltou de 1 milhão para 10 milhões em 50 anos e os edifícios foram construídos às pressas sem preocupação e com uso de materiais de baixa qualidade. Os monumentos antigos de Istambul também estão na lista da destruição.

Em 1999, um terremoto na cidade de Izmit, a 80 quilômetros de Istambul matou 18 mil pessoas, sendo mil nos arredores da cidade e aconteceu exatamente na falha de Anatólia do Norte, que passa sob o Mar de Mármara. Um levantamento geológico dos Estados Unidos identificou um padrão de sismos sucessivos nesta falha semelhante ao da falha de San Andreas, na Califórnia.


Plano de Emergência
A equipe de Erdik e pesquisadores de três outras universidades da Turquia elaboraram um plano mestre para terremotos colocando Istambul entre as cidades do mundo que estão tentando se antecipar ao risco. Uma exceção ao lado de cidades mais ricas como Los Angeles e Tóquio.

Na prática são códigos de construção mais rígidos, seguro obrigatório contra terremoto e empréstimos de bancos de desenvolvimento internacionais para reforço ou substituição de escolas e outros prédios públicos. Em bairros pobres, também há um trabalho com o treinamento de dezenas de equipes de voluntários em bairros pobres, a entrega de kits de primeiro socorros e equipamentos como rádios e pés-de-cabra.

Na previsão de um grande terremoto no país, 30 mil linhas de gás natural provavelmente vão se romper gerando mais de 3 mil focos de incêndio, alerta Mahmut Bas, que lidera o Departamento de Terremoto e Análise do Solo de Istambul. Ainda assim, os esforços em manter em pé postos do corpo de bombeiros, hospitais e escolas são prioridade nos planos emergenciais do país.

Terremotos e mais terremotos: eles estão mesmo aumentando?

Apesar dos últimos acontecimentos ocorridos no Haiti, Turquia, Chile e Baixa Califórnia, ou mesmo a série de abalos sucessivos registrados atualmente na Turquia terem chamado a atenção da imprensa e das pessoas de modo geral, não existe qualquer comprovação científica de que os tremores estejam aumentando. Nem este ano, nem nas décadas passadas.

Painel de Monitoramento Global


Tremores como o que aconteceu no Chile, de 8.8 graus ocorrem em média duas vezes ao ano em todo o planeta, portanto ainda podemos esperar pelo menos mais um abalo dessa magnitude. A única exceção ocorreu em 2004, quando foram registrados quatro abalos nessa faixa de intensidade. Eventos com magnitude entre 7.0 e 7.9, similares aos registrados na Baixa Califórnia em 4 de abril ou norte de Sumatra, no dia de ontem (7 de abril), ocorrem em média 14 vezes ao ano.

Em 2009 ocorreram 16 abalos nessa faixa e nos últimos 500 anos foram registrados pelo menos uma dúzia deles somente na região caribenha. Um deles, de 7.6 graus (oito vezes mais intenso que o do Haiti), atingiu a República Dominicana em 1946 deixando mais de 20 mil desabrigados.


Fatores principais
Existem diversos fatores que contribuem para a sensação de que os terremotos estejam aumentando, mas a rápida expansão nas telecomunicações e o aumento nas estações registradoras são apontados como o principal responsável por essa impressão. Em 1931, a rede sismográfica mundial contava com menos de 400 estações registradoras e atualmente esse número ultrapassa 4 mil. Somente os EUA possuem 8 mil estações.

quantidade de terremotos no mundo


Terremotos atuais
Diariamente ocorrem mais de cem terremotos na faixa de 2.5 graus de magnitude ao longo da falha de San Andreas, mas por serem corriqueiros passam praticamente despercebidos. No entanto, depois do terremoto de 7.8 graus ocorrido na Baixa Califórnia no último domingo, o USGS, órgão norte-americano responsável pelo monitoramento sísmico no país passou a divulgá-los diariamente, elevando tremendamente o número de eventos conhecidos e informados pela imprensa.

O incremento de estações e a capacidade de disseminar os dados registrados mais rapidamente através de satélites, telex e internet permitiu aos centros sismológicos localizar pequenos abalos praticamente indetectáveis anos atrás, tornando sua divulgação praticamente imediata, colaborando ainda mais para a sensação de aumento de sismos.

2010
Esse ano está testemunhando uma sequência notável de eventos entre 6.9 e 7.0 graus que estão ocorrendo de forma menos espaçada, mas é necessário mais tempo para avaliar se a quantidade ficará ou não dentro da média. Mesmo assim, é importante destacar que os eventos principais não estão ocorrendo na mesma zona ativa e sim em pontos separados do planeta, sobre placas tectônicas diferentes. O evento do Chile, por exemplo, ocorreu na junção entre as placas sul-americana e de Nazca enquanto que o da Baixa Califórnia ocorreu sobre a falha de San Andreas, ambas distantes do norte de Sumatra, localizada sobre a placa indo-australiana.

Até o presente momento, cientificamente não existe qualquer relação entre os sismos ocorridos e a proximidade entre os eventos só pode ser atribuído ao acaso.

Mancha 1069 provoca forte explosão solar


Quem olha a imagem abaixo não pode imaginar, mas a mancha solar vista na cena foi a responsável por uma enorme instabilidade magnética ocorrida no Sol e sozinha produziu mais da metade dos flares registrados na superfície da estrela durante o final de semana.
Batizada de 1069, a mancha solar produziu diversos flares de classe C2 e erupções solares que arremessaram ao espaço gigantescas bolas de plasma a mais de 80 mil graus Celsius, grandes o suficiente para engolir a Terra, que não estava na linha de fogo das rajadas.

As erupções na mancha 1069 também foram registradas pelo Observatório de Dinâmica Solar, SDO, da Nasa, que monitora a atividade da estrela durante 24 horas. O vídeo mostra um das erupções lançando partículas a mais de 120 mil quilômetros de altitude, 10 vezes maior que o diâmetro da Terra.

Flare Solar
Flare ou rajada solar é uma explosão que acontece quando uma gigantesca quantidade de energia armazenada em campos magnéticos, geralmente acima das manchas solares, é repentinamente liberada.

Os flares produzem uma enorme emissão de radiação que se espalha por todo o espectro eletromagnético, e se propaga desde a região das ondas de rádio até a região dos raios X e raios gama.

Como consequência dessas explosões ocorrem as chamadas Ejeções de Massa Coronal, as enormes bolhas de gases ionizados com até 10 bilhões de toneladas, que são lançadas no espaço a velocidades que superam a marca de um milhão de quilômetros por hora.

Riscos de apagões mundiais:

Os flares de Classe X são intensos e durante os eventos de maior atividade podem provocar blackouts de radiopropagação que podem durar diversas horas ou até mesmo dias.

As rajadas da Classe M são de tamanho médio e também causam blackouts de radiocomunicação que afetam diretamente as regiões polares. Tempestades menores muitas vezes seguem as rajadas de Classe M.

Por fim existem as rajadas de Classe C, fracas e pouco perceptíveis aqui na Terra.



domingo, 9 de maio de 2010

As profecias de Nostradamos

LEIA AS CENTURIAS DE NOSTRADAMUS E TIRE SUAS PRÓPRIAS CONCLUSÕES.

CENTURIA I -
" A grande estrela por 7 dias arderá,
Grande nuvem fará 2 Sóis aparecer,
O grande mastim toda a noite uivará,
Quando grande pontífice mudar de território."

"Vereis cedo e tarde fazer grandes mudanças,
Horrores extremos e vindicações,
Que a Lua assim conduzida pelo seu anjo,
O Céu aproxima-se das inclinações."

"Quando a falta do Sol então será,
No pleno do dia o monstro será visto.
De modo bem diverso se interpretará,
Careza não tem guarda, ningém tal terá previsto.

" A lei do Sol e Vênus contendidos
Apropriando o espírito de profecia,
Nem um nem outro serão entendidos,
Pois o Sol se manterá a lei do grande Messias."

sábado, 8 de maio de 2010

Monges tibetanos preveêm o fim em 2012 !

Monges tibetanos clarividentes vêem forças divinas salvando o mundo da sua autodestruição em 2012.

A clarividência não é algo novo nos monastérios tibetanos. Por milhares de anos, a clarividência, em meio a outras actividades espirituais, é parte dominante da cultura tibetana. O que alguns turistas hindus vieram aprender de alguns poucos monastérios tibetanos sob o domínio chinês apresenta-se como algo fascinante e alarmante.

De acordo com esses turistas, os clarividentes tibetanos estão vendo as potências mundiais em rota de autodestruição. Eles também vêem que o mundo não será destruído. De agora até 2012 as superpotências mundiais seguirão engajadas em guerras regionais. Terrorismo e guerras disfarçadas serão o maior problema. Na esfera política, algo irá suceder em torno de 2010, quando então as potências mundiais ameaçarão se destruírem entre si.

Entre 2010 e 2012 o mundo inteiro se polarizará e se preparará para o dia final. Pesadas manobras políticas e negociações terão lugar com poucos avanços.

Em 2012, o mundo começará a mergulhar numa guerra nuclear total. Então, algo notável irá acontecer, diz um monge budista do Tibet: intervenção de poderes divinos porque o destino do mundo não é a sua destruição total.



Quando perguntados sobre as recentes aparições de UFO's na Índia e na China, os monges sorriram e disseram que os poderes divinos têm cuidado de todos nós. A humanidade não pode nem terá capacidade de alterar o destino do mundo em tal extensão.

Embora cada ser humano em particular possa alterar o seu futuro pela ação do seu karma isso não quer dizer que possa fazer o mesmo em grande extensão.

Os monges disseram ainda que depois de 2012 a atual civilização iria compreender que a fronteira final da ciência e da tecnologia está na espiritualidade e não no terreno da física e da química.

Depois de 2012 a tecnologia tomará um outro rumo. As pessoas irão aprender a essência da espiritualidade, a relação entre corpo e alma, a reencarnação e a realidade de que todos estamos conectados com Deus.

( Se existirem alienigenas eles tambem seriam filhos de Deus, somos rimão tambem, Deus disse em minhas casa existem varias moradas, imaginem interagirmos com irmão que não conheciamos, seria algo novo, vamos esperar para ver qoue acontece poderá ser fantastico e saibam meus leitores que sempre contarão com as noticias do Thendin2012 ).

terça-feira, 4 de maio de 2010

Mancha de óleo no Golfo do México

A Segurança Nacional do governo dos Estados Unidos está mobilizada para tentar conter a enorme mancha de óleo que se espalhou pelo Golfo do México e avança em direção a costa do Estado da Louisiana. A catástrofe ambiental aconteceu depois que a plataforma de petróleo de uma empresa britânica explodiu e afundou no mar há dez dias matando 11 trabalhadores.

O vazamento de óleo no Golfo do México, que atingiu a costa do estado americano da Louisiana nesta quinta-feira à noite, chegando a uma ilha perto do Delta do Rio Mississipi e ameaçando a fauna e a flora da região, pode ser o maior desastre ambiental da história dos EUA provocado por vazamentos de petróleo.

Até então, o Exxon Valdez, que em 1989 despejou 41 milhões de litros de óleo em uma área de vida selvagem no Alasca, tinha sido o mais prejudicial.

Porém, segundo o The Independent , a calamidade ambiental no Golfo do México, onde estão sendo despejados pelo menos cinco mil barris por dia, pode ser pior, justamente porque uma plataforma petrolífera - e neste caso são três vazamentos em dutos de um poço submarino a 1.525 metros de profundidade - pode despejar uma quantidade muito maior de óleo do que um navio, que transporta uma quantidade limitada.